Curtas Caóticas
>> quarta-feira, 30 de abril de 2008
Um brinde ao "rock", esta é a manchete de capa no Segundo Caderno de Zero Hora nesta quarta-feira. Rock? Como assim? Eles chamam Marcelo D2, Charlie Brown Jr., Fresno, Comunidade Nin-Jitsu e Chimarruts de Rock? Olha, não sou do tipo ranzinza, que fica em casa escutando som dos 70's e reclamando da música que se faz hoje. Aliás, entendo perfeitamente esse evento. A rádio tem um público consumidor bem jovem, e as atrações são direcionadas a esse público, mas, por favor, não chamem isso de Rock.
Ronaldo virou fenômeno da chinelagem. Poxa, "cada um - cada um", diz o Jorginho, porteiro do Boteco Natalício, mas Ronaldo não precisava dessa. O cara é milhonário, está em férias no Rio, e sai pra catar umas putas na zona. Não bastasse se "enganar" pois tratavam-se de travestis, ainda rolou toda essa baixaria. Cada um sabe de suas preferências sexuais, e se ele curte o tipo transgênero, que seja feliz. Na real até acho que o "fenômeno" seja mesmo vítima de extorção, mas como pessoa pública ele deveria ter mais noção do razoável.
Morre o pai do LSD. Morreu nesta terça, (29), aos 102 anos, Albert Hofmann, criador do LSD (dietilamida do ácido lisérgico, em inglês). O LSD influenciou o processo criativo de várias bandas dos anos 60 e 70, além de artistas como Eric Clapton, Jimi Hendrix, Janis Joplin e toda a geração hippie. Em sua biografia, Clapton afirma que o disco Sgt Peppers, dos Beatles, teria sido concebido e gravado todo sob influência de ácido. Mr "slow hand" conta que na noite em que os Beatles puseram as mãos no primeiro acetato do disco, promoveram uma audição coletiva em uma festa pra lá de louca em Londres. Todos os presentes estavam chapados. Nesta festinha Clapton tomou um ácido super-potente, e ficou três dias na loucura. Que gente pirada. (Não recomendamos o consumo de LSD, apenas Cafeína e boa música)*** Folha. Read more...
























