Curtas Caóticas

>> quarta-feira, 30 de abril de 2008


Um brinde ao "rock", esta é a manchete de capa no Segundo Caderno de Zero Hora nesta quarta-feira. Rock? Como assim? Eles chamam Marcelo D2, Charlie Brown Jr., Fresno, Comunidade Nin-Jitsu e Chimarruts de Rock? Olha, não sou do tipo ranzinza, que fica em casa escutando som dos 70's e reclamando da música que se faz hoje. Aliás, entendo perfeitamente esse evento. A rádio tem um público consumidor bem jovem, e as atrações são direcionadas a esse público, mas, por favor, não chamem isso de Rock.



Ronaldo virou fenômeno da chinelagem. Poxa, "cada um - cada um", diz o Jorginho, porteiro do Boteco Natalício, mas Ronaldo não precisava dessa. O cara é milhonário, está em férias no Rio, e sai pra catar umas putas na zona. Não bastasse se "enganar" pois tratavam-se de travestis, ainda rolou toda essa baixaria. Cada um sabe de suas preferências sexuais, e se ele curte o tipo transgênero, que seja feliz. Na real até acho que o "fenômeno" seja mesmo vítima de extorção, mas como pessoa pública ele deveria ter mais noção do razoável.



Morre o pai do LSD. Morreu nesta terça, (29), aos 102 anos, Albert Hofmann, criador do LSD (dietilamida do ácido lisérgico, em inglês). O LSD influenciou o processo criativo de várias bandas dos anos 60 e 70, além de artistas como Eric Clapton, Jimi Hendrix, Janis Joplin e toda a geração hippie. Em sua biografia, Clapton afirma que o disco Sgt Peppers, dos Beatles, teria sido concebido e gravado todo sob influência de ácido. Mr "slow hand" conta que na noite em que os Beatles puseram as mãos no primeiro acetato do disco, promoveram uma audição coletiva em uma festa pra lá de louca em Londres. Todos os presentes estavam chapados. Nesta festinha Clapton tomou um ácido super-potente, e ficou três dias na loucura. Que gente pirada. (Não recomendamos o consumo de LSD, apenas Cafeína e boa música)*** Folha

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Jardel pede para voltar ao Grêmio

>> domingo, 27 de abril de 2008

Não consigo olhar para esse cara sem sentir um mal estar. Mário Jardel Almeida Ribeiro foi responsável por um período negro em minha vida.

Sou colorado.

Desde que veio para o Grêmio em 1995, minhas pretensões de acompanhar futebol caíram por terra. Eles ganhavam tudo, e Jardel era o protagonista. Fazia parte de um time comandado com maestria por Luiz Felipe Scolari. Tempos depois, após grandes façanhas futebolísticas, Jardel não "ficou", e o tricolor decaiu, mas esta é outra história.


O assunto ao qual me refiro está ligado à entrevista que o atacante concedeu ao repórter Régis Rösing, que foi ao ar no Esporte Espetacular deste domingo.

-Jardel afirma que o vício em cocaína acabou com sua vida no futebol, e garante estar limpo há 2 meses.

Fiquei sensibilizado ao ver um dos maiores centroavantes da recente história do futebol brasileiro pedindo publicamente uma oportunidade para voltar a jogar. Citou Vasco e Grêmio, clubes onde se destacou. De acordo com informações do portal zerohora.com, entre 1995 e 2003, Jardel marcou quase um gol por jogo. De 2003 para cá, em passagens por oito times, fez só quatro, ao todo.

À tardinha, ouvi na Rádio Gaúcha que o vice de futebol do Grêmio, André Krieger, lamenta por Jardel, mas descarta qualquer possibilidade de volta do jogador. Lamentável. Tão lamentável quanto o clima da reportagem que vi pela manhã, grandes doses de nostalgia temperadas com fracasso. Espero que alguém no Vasco, ou qualquer outro time do país tenha visto a matéria e resolva dar uma força. Enquanto isso Jardel segue treinando em sua casa em Fortaleza- CE.

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Agradeço ao amigo
Piero Barcelos,
pela indicação deste
blog ao selo ao lado.
Segundo ele, por aqui
temos bom gosto musical.
Bacana heín, já comecei
até a falar como se eu fosse
duas pessoas ("por aqui temos"),
em breve começarei
a falar de mim na
terceira pessoa, hahah.

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Mais um brasileiro em Lost

>> quinta-feira, 24 de abril de 2008


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Dia nacional do Choro

>> quarta-feira, 23 de abril de 2008

É hoje o dia de um dos mais genuínos e requintados estilos musicais nascidos aqui nas terras tupiniquins, o Choro. Também conhecido como chorinho, possui mais de 130 anos de existência, e é considerado o primeiro estilo de música popular urbana típica do Brasil.

Estima-se que o Choro tenha Surgido em meados de 1870, no Rio de Janeiro. No início era considerado apenas uma forma "abrasileirada" de os músicos da época tocarem os ritmos estrangeiros populares naquele tempo, como os europeus xote, valsa e principalmente polca, além de ritmos africanos como o lundu.

O choro é caracterizado pelo virtuosismo e improviso, e exige que o músico tenha grande domínio do instrumento. Para quem não conhece os pormenores do estilo, os músicos e compositores são chamados "chorões", pura ironia.

O flautista Joaquim Calado é considerado um dos criadores do Choro, ou pelo menos um dos principais colaboradores para a fixação do gênero, quando incorporou ao solo de flauta, dois violões e um cavaquinho, que improvisavam livremente em torno da melodia, uma característica do Choro moderno. No início os temas eram somente interpretados, e somente décadas depois este veio a adquirir uma "gramática" própria, passando a ser considerado um gênero musical.

Dá uma sacada:


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Pequim 2008

>> terça-feira, 22 de abril de 2008

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Ultramen se vai

Neste final de semana assisti a uma das últimas apresentações de uma grande banda nascida nos pagos do sul. Trata-se da Ultramen, uma das primeiras a alcançar notoriedade rompendo com o que se costumava chamar de "Rock Gaúcho" no fim do anos 90. Com uma proposta de som interessante, a banda mostrou-se uma saudável alternativa para quem procurava fugir da mesmice dos tempos pré-download. Um bálsamo para quem não agüentava mais ouvir TNT desde o fim dos 80.

O show aconteceu na sexta (19), em Carlos Barbosa - RS. A banda subiu ao palco da Eletric Circus, casa de shows que surpreende pela infra-estrutura, mas que infelizmente trabalha com todo tipo de estilos musicais e também os "não-musicais."

Com o som mandando ver, gostei bastante do que ouvi. Coisa boa é ver banda de músicos experientes e entrosados. Como tratava-se de um show no interior, é normal que o repertório seja composto em sua maioria por faixas que rodaram muito nas fm's. Embora algumas músicas tenham soado repetitivas, não se pode deixar de reconhecer a quantidade de hits produzidos por esses caras.

Em algumas partes do show lamentei por eles. É que a Ultramen está encerrando suas atividades, a banda vai "parar por tempo indeterminado", conforme sua assessoria de imprensa divulgou. Chamavam a platéia para a interação, mas não rolava. O público, levemente indiferente, mal sabia o que estava acontecendo ali. Salvo pelos pentelhos que aproveitavam-se da baixa altura do palco para incomodar o vocalista Tonho Crocco, a maioria do público queria mesmo é bater o pézinho. Direto deles.

Voltando à banda, curti muito o som de guitarra do Julio Porto, daí não resisti e fiz uma foto (podre) da pedaleira de efeitos do rapaz, com meu fone celular. Esta semana a Ultramen faz sua última apresentação prevista, mas pode rolar alguma despedida final. O Show será no Bar Ocidente, na quinta-feira.

***A Ultramen está disponibilizando seus 4 discos para download. Quem curte acessa o site deles e sai baixando.

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Cabrini's Back!

>> sexta-feira, 18 de abril de 2008

Na noite desta quinta-feira, por volta das 20h30, o repórter Roberto Cabrini deixou o 13º Distrito Policial, Zona Norte de São Paulo. A Justiça deu sentença favorável ao pedido da defesa do jornalista, para relaxamento do flagrante. Ao sair do distrito Cabrini disse aos repórteres que pretende retomar seu trabalho normalmente.


-A defesa alega que a droga encontrada no carro de Cabrini foi colocada no local com o objetivo de incriminá-lo.


Nadir, a fonte
Questionado sobre quem era mulher que o acompanhava no dia da prisão, Cabrini respondeu ao G1: "é apenas uma fonte", acrescentando que durante o inquérito vai ficar muito claro o papel da mulher nesse caso. Na noite de quarta-feira, o advogado de Cabrini, Alberto Zacharias Toron, havia afirmado que o jornalista foi vítima de uma cilada armada por uma fonte. “Era uma fonte dele. Ele desenvolvia um trabalho de natureza investigativa. Ela marcou, depois foram para outro local. Mal chegaram nesse outro local, os policiais já vieram e encontraram os papelotes." Segundo Toron, a fonte teria ligação com a quadrilha que age a partir dos presídios de São Paulo. O advogado diz que “existe algo estranho” no fato de a mulher ter sido libertada logo após ser ouvida na delegacia, visto que a mesma possui antecedentes criminais.


Dando seqüência à campanha abaixo, criei este gif para usar no msn.
Tá parei :P
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Cabrini gif

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Aderi à campanha

>> quinta-feira, 17 de abril de 2008

Aproveitando a campanha lançada pelo amigo Piero Barcelos, resolvi colaborar com certo apelo mercadológico, e um pouco de tiração de sarro.

Modelo de Camiseta
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Photobucket


Use no MSN!
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Photobucket
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Muitas especulações e poucas certezas

A prisão de Roberto Cabrini, efetuada na noite de terça-feira pela polícia de São Paulo permanece na esfera das especulações. O jornalista da TV Record foi preso em flagrante na favela do Jardim Herculano, os policiais teriam encontrado 10 papelotes de cocaína no carro usado por ele.

- Cabrini foi autuado por tráfico.

Em depoimento, o jornalista disse ter sido vítima de uma armação, ao buscar dados sobre o PCC. Cabrini disse ter sido abordado pelos policiais assim que se encontrou com Nadir Dias da Silva ( a tal mulher não identificada), de cerca de 50 anos, em frente a uma padaria, onde ela teria prometido lhe entregar DVDs com gravações sobre líderes da facção. O jornalista afirmou que policiais entraram no seu carro e, "em menos de três segundos", disseram ter encontrado a cocaína no porta-luvas. Segundo o jornalista, o cinegrafista e o produtor estavam na favela, em carros particulares.

Segundo o boletim de ocorrência, na bolsa da mulher havia um pen drive com imagens em que o jornalista aparece inalando um pó branco. Ele diz que a mulher armou para ele.

Cabrini afirmou no depoimento, que Nadir seria ligada ao tráfico de drogas e que começou a desconfiar que ele faria uma reportagem sobre ela. A partir daí, teria feito ameaças e chegou a lhe apontar uma arma. -Com a presença da arma, fui induzido a consumir o produto que fazia parte da vida dela - disse no depoimento, ao justificar a imagem.

Tempos depois, Nadir, ainda segundo Cabrini, teria concordado em assinar um documento em que afirma que o vídeo foi produzido por conta de uma reportagem. Por conta do documento, Cabrini diz que voltou a manter contato com ela. Nadir teria, ainda segundo ele, lhe prometido entregar vídeos com entrevistas com integrantes do PCC. Mas ela o levou ao local onde foi flagrado por policiais.

Advogados contratados pela Record entraram ontem com um pedido de relaxamento da prisão. Cabrini foi transferido na manhã de quarta-feira do 100º Distrito Policial, no Jardim Ângela, para o 13º DP, no bairro da Casa Verde.

O que faria um jornalista de renome, e muito bem pago ir à favela, um dos lugares mais distantes de São Paulo, comprar drogas? - indagou o advogado Renato Martins. O salário do repórter da Record é de R$ 105 mil por mês, segundo ele próprio relatou ao delegado em seu depoimento.


Versões contraditórias

O que o jornalista Roberto Cabrini escreveu em bilhete
"Hoje minha fonte (Nadir) me procurou para entregar fitas sobre as quais muito tempo tenho conhecimento. Neste material, o líder do PCC (Marcos Herbas Camacho, o Marcola) confirma a autenticidade da entrevista e fala ainda sobre os fatos que envolveram os ataques de 2006 (...) Após um contato telefônico, a fonte me levou ao local onde seriam entregues os DVDs, já prometidos há muito tempo. Ao invés de receber as fitas, houve sim uma abordagem policial. Estou sendo vítima de uma armação em virtude de estar investigando assuntos que incomodam muitas pessoas".

O que diz a mulher que o acompanhava
Em seu depoimento, Nadir Dias Silva disse que havia marcado o encontro para entregar DVDs com imagens em que Cabrini aparecia consumindo cocaína. Em troca, segundo ela, o jornalista teria se comprometido a entregar um documento em que ela confessava fazer parte da facção criminosa. Nadir disse ainda que mantinha um relacionamento amoroso com o jornalista (Ele nega).



Nota da Rede Record de Televisão:

COMUNICADO À IMPRENSA: ROBERTO CABRINI
A direção da Record determinou, logo que teve conhecimento sobre a detenção do repórter Roberto Cabrini, que o departamento jurídico da emissora acompanhe atentamente o caso e preste a assessoria necessária ao jornalista, para que o ocorrido seja esclarecido em breve. A área de jornalismo da Record tinha o registro interno que o repórter estava desenvolvendo uma reportagem de caráter investigativo. Roberto Cabrini é reconhecido pela cobertura de reportagens especiais e por sua trajetória profissional nas principais tevês brasileiras.

A Record acredita na Polícia e na Justiça do Estado de São Paulo e espera a correta elucidação dos fatos.

São Paulo, 16 de abril de 2008.

Rede Record de Televisão

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Roberto Cabrini preso, armação?

>> quarta-feira, 16 de abril de 2008

Depois dessa saí catando os butiás pelo chão. Na noite desta terça-feira a polícia de São Paulo prendeu o jornalista Roberto Cabrini, da TV Record. Segundo os policiais ele estaria com nove papelotes de cocaína.

Os relatos são divergentes, a ação teria sido motivada por uma denúncia anônima. Os oficiais abordaram Cabrini em seu carro, na Zona Sul de São Paulo. Uma mulher de identidade não revelada acompanhava o repórter, ela também foi conduzida à delegacia, mas foi liberada por volta de 1h da madrugada desta quarta-feira.

O delegado seccional de Santo Amaro, Dejair Rodrigues, esteve no 100º Distrito Policial e informou que Cabrini iria ser indiciado por tráfico de drogas. Três advogados da Record chegaram na delegacia depois das 21h para acompanhar o depoimento do jornalista. Há ainda uma segunda versão dos fatos, apresentada pelo portal G1 na manhã de hoje, alegando que seriam dez, e não nove papelotes de cocaína encontrados no porta-luvas do veículo do jornalista.

Cabrini disse em uma carta que se encontraria com uma fonte quando foi detido. A nota escrita à mão foi entregue pelo repórter Carlos Cavalcanti, amigo de Cabrini, que esteve na delegacia.


Cabrini se diz "vítima de uma armação" e explica que houve uma "abordagem policial", quando esperava receber gravações da fonte, com quem tinha marcado de se encontrar por telefone. O gerente nacional de comunicação da Rede Record, Ricardo Frota, informou que Cabrini fazia uma reportagem investigativa, mas não tinha a companhia de cinegrafistas ou motoristas, e usava seu próprio carro.

Nunca fui fanático pelo Cabrini, mas sempre respeitei seu trabalho. Tá na cara que o jornalista não é traficante, e óbvio que deve ter muita gente interessada em calar um repórter investigativo, principalmente se a suposta reportagem estivesse de alguma forma tratando sobre corrupção policial. Vamos ver o que rola na seqüência dos fatos.
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Filme com cena de sexo de Marilyn Monroe é vendido por US$ 1,5 milhão

>> terça-feira, 15 de abril de 2008

O colecionador Keya Morgan afirmou que comprou o filme, sem som e em preto-e-branco, do filho de um informante do FBI já morto. O novo comprador, supostamente um milionário homem de negócios de Manhattan, pretendia proteger a privacidade da atriz.

“O cavalheiro que comprou o filme afirmou que, em respeito a Marilyn, ele não fará piada disso, não o colocará na internet nem tentará explorá-lo de alguma forma”, afirmou Morgan. “Não é essa a intenção dele e eu jamais envolveria meu nome nesse negócio se isso pudesse acontecer.”

No filme, Monroe aparece vestida, e o rosto do homem fica fora do quadro durante os 15 minutos de duração do curta em 16 mm, afirmou Morgan à Reuters.

De acordo com informações do colecionador, registros do FBI indicavam que o então chefe da polícia federal americana, J. Edgar Hoover, acreditava que o homem do filme era o ex-presidente John F. Kennedy, que supostamente havia tido um romance com a estrela de Hollywood. À época da divulgação da existência da fita, nos anos 60, Hoover teria convocado prostitutas que alegavam ter tido relações com Kennedy para tentar confirmar a identidade do parceiro de Marilyn no filme.

O porta-voz do FBI em Nova York e Washington não havia respondido às ligações da agência Reuters para comentar o caso até a publicação deste texto. G1

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Romário diz que não tem sucessor no futebol

Aos 42 anos, o atacante Romário anunciou sua aposentadoria nesta segunda, durante o lançamento de um DVD com mais de 900 gols de sua carreira, no Rio de Janeiro. Com 1.002 gols, marcados em diversos lugares do mundo, a última vez que o Baixinho balançou as redes foi justamente contra o Grêmio, no dia 9 de junho de 2007, pelo Campeonato Brasileiro. O jogador disse ainda que não tem sucessor no futebol:

– Pelé só tem um, Maradona só tem um. E acho que Romário também. Não vejo um sucessor – disse ao GloboEsporte.com o ex-jogador, que atuou durante 22 anos como profissional.

Romário agora vai torcer pelo sucesso do filho. Romarinho joga no infantil do Vasco e já começou a contagem dos 1.000 gols: ele fez um na estréia na grama em janeiro contra Pedra da Cebola-ES, durante a Copa Gazetinha, antes de se machucar. – Ele ainda não é um Romário, mas leva jeito – declarou o pai.

O Baixinho dá conselhos ao filho, mas está tranqüilo em relação ao futuro de Romarinho. – Só falo para ele não fazer o que eu fiz. No futebol de hoje não tem mais lugar para jogadores assim. Mas ele é diferente. Gosta de treinar, de acordar cedo. Acho que ele será um grande jogador. Personalidade ele tem – disse Romário. ClicRBS

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Somos um povo que destrói sua história

Juan Ruiz de Luna Arroyo (1889 - 1980) foi o mais célebre ceramista da cidade de Talavera de La Reina, localizada na província espanhola de Toledo. Sua família, os Ruiz de Luna, eram conhecidos por suas magníficas obras em cerâmica, destacando-se pela técnica de pintura em azulejos vitrificados. Arroyo nasceu em 1889, trabalhou durante anos no atelier de sua família, e aos 25 anos ingressou na Escuela de Cerámica de Madrid, onde aperfeiçoou seus conhecimentos e obteve grande reconhecimento. Este grande artesão espanhol foi responsável, em 1935, pela confecção da Fonte Talavera.

Para quem não sabe, Talavera é a obra semi-destruída que hoje orna a praça Montevidéo, em frente ao Paço Municipal de Porto Alegre.

Para quem não sabe, a fonte foi um presente das colônias espanholas aos gaúchos, em homenagem ao centenário da Revolução Farroupilha. Para trazer o material da Espanha, o embaixador ibérico no Brasil, D. Vicente Salles, conseguiu transporte gratuito, o presidente Getúlio Vargas concedeu isenção de impostos de importação, e o então governador do Rio Grande do Sul, Flores da Cunha, facilitou o transporte das peças pelo interior do Estado. A fonte foi inaugurada em 24/10/1935.

Para quem não sabe, nesses 65 anos de existência, a obra esteve em meio a manifestações políticas e protestos da população, sendo alvo de vandalismo várias vezes. Em 2000 ocorreu a primeira reforma na fonte, e para evitar ações de vândalos foi erguida uma grade ao seu redor. Não adiantou. Em julho de 2005, após um protesto de carroceiros, a cuba superior do chafariz foi alvo de uma tijolada.

Os jornais de hoje estampam imagens da Fonte Talavera prestes a ser reformada, ficará como nova, mas por quanto tempo?

Logo virá outro outro grupo de vândalos, sedentos por descontar seus descontentamento na fonte. Farão isso justamente pois não sabem, e povo que não conhece sua história não valoriza seus monumentos, e não os percebe como propriedade de todos.

Resta torcer para que, após restaurada, a Fonte Talavera permaneça algum tempo como seu projeto original previa.


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Todo homem tem seu dia de sorte

>> domingo, 13 de abril de 2008

Estavam frente a frente, os dois. Paulo sentia-se mínimo diante daqueles olhos de amêndoa. Júlia era uma mulher linda, inteligente e muito bem proporcionada. Tinha longos cabelos castanhos, pele macia, e uma malícia no olhar, que praticamente fuzilava seus eleitos. Do alto de seus 1,75m, mais o salto, ela sorria. Fitava-o com ares de dominação quando disparou: -e então?


E então o, o, o, o, que? Gaguejava ele , paralisado. Paulo simplesmente não conseguia entender como um mulherão daqueles podia dar-lhe bola. Era um "nerd" clássico, trabalhava com informática, e só pensava em bytes. Vivia escondido sob a proteção de seus pesados óculos de armação preta. Muito metódico, acreditava em uma teoria desde os tempos de escola, "todo homem tem seu dia de sorte", repetia.

-E então, vamos? Agora ela o olhava com um meio sorriso, que deixava a pequena boca ainda mais convidativa. -Va vamos onde? Respondeu incrédulo. -Você não me convidou para sair? Então vamos sair.

Paulo conhecera Júlia por obra do acaso. Uma tarde chuvosa de segunda-feira, Paulo entra no elevador, e quando as portas já quase cerravam, ouve o som de saltos pipocando no chão de madeira, apertou o botão <>. Quando as portas se abriram, percebeu o quão agraciada fora sua gentileza. Ela sorria, e até puxou papo - muito obrigada, trabalha aqui? No prédio? Neste instante Paulo quase desmaiou em êxtase.

Muito tímido, Paulo vivia diariamente uma fria rotina, de casa para o trabalho e vice-versa. Aos 32 anos, ainda morava com a mãe, e havia muito tempo não desfrutava dos carinhos de uma mulher, "mãe não vale" dizia. Paulo não saía à noite, não bebia com os amigos, e aliás, não bebia nem refri. Paulo não sabia onde se costuma levar uma mulher, e muito menos onde levaria "aquela mulher".

Como que retornando de um transe, retesou-se como um homem de verdade, e disparou - Vamos sim, conheço um lugar ótimo onde podemos conversar melhor, um lugar mais calmo. Em pensamento repetia "todo homem tem dia de sorte, hoje é o meu dia de sorte”.


Aninhados, percorreram alguns metros, quando Paulo disparou, -não posso seguir com isso, preciso ir embora.

-Mas por quê? Perguntou Júlia incrédula.

-Sou casado, e sou fiel.

-Não posso fazer isso com minha esposa.

-Vou embora.

Livrou-se dos lindos braços da mulher, disparando no sentido contrário ao fluxo de pedestres. Aumentando o passo, desferiu um olhar de misericórdia. Júlia permanecia parada em meio aos passantes, encarando-o com desdém. Caminhando cada vez mais rápido, Paulo consultou o relógio, 21h. Sacou o celular, digitando rapidamente.

-Mãe, não se preocupe, precisei trabalhar até mais tarde, já estou chegando, não se preocupe. Sim mãe, peguei o casaco, já estou chegando.

Parada em meio à movimentada rua da capital, Júlia assistia a fuga do homem que considerava como modelo de marido. Ele se fora, e o pior, era casado!

Resignada, se recompôs. Caminhando em direção a seu carro, a mulher repetia mentalmente: "hoje não é meu dia de sorte".

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A profecia se cumpriu

>> sexta-feira, 11 de abril de 2008

Ontem à noite liguei o rádio em uma FM localizada ali pelos 94 MHz, e lamento dizer, mas não me surpreendi ao escutar uma versão emo para "É o amor", de Zezé de Camargo e Luciano. Os caras realmente levaram a sério aquela história de "sertanejos com guitarras". Não acreditei de primeira, mas realmente era. Essa indústria cultural de hoje é foda, basta um produtor de certa influência no meio radiofônico e uma banda querendo espaço, daí está feita a chinelagem. Então tá.

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Como surgiu a formação guitarra, baixo e bateria

>> quarta-feira, 9 de abril de 2008


Em suas primeiras gravações, em junho de 54, Elvis Presley - por escolha de seu descobridor, Sam Phillips - só tinha dois músicos: o guitarrista Scotty Moore e o baixista Bill Black. Foi assim que o trio, batizado de Blue Moon Boys, passou a se apresentar no circuito country. Em outubro daquele ano, porém, ao tocar no programa de rádio Lousiana Hayride, eles foram acompanhados pelo baterista D. J. Fontana - músico cativo do show. O resultado agradou tanto que Fontana passou a ser chamado para tocar com os Blue Moon Boys, até ser incorporado definitivamente ao grupo, em agosto de 55.

A partir daí, a maioria dos grupos passaram a adotar a mesma formação de instrumentos, alguns contando com piano e metais. O papel da bateria no Rock&Roll e na música ocidental mudou muito desde então. Aos poucos o instrumento foi deixando de ser opcional, para realmente ditar o ritmo e juntamente com o contrabaixo formar o que conhecemos hoje como "cozinha", a seção rítmica da banda.

Mundo Estranho Rock - p.23

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Ontem resolvi não escrever

>> terça-feira, 8 de abril de 2008

Ontem, 07 de abril, foi o Dia Nacional do Jornalista. Passei o dia pensando em algo para escrever, mas resolvi não fazê-lo. Preferi passar o dia observando. Com calma e alguma isenção, percorri uma série de domínios, entre web e outras mídias, tentando estabelecer uma profunda reflexão sobre a nossa profissão, e sobre os caminhos que ainda virão.

Definitivamente a web é nosso futuro, ou pelo menos a saída mais democrática. A questão aqui é que atualmente não produzimos informação adequada a este meio tão rico em possibilidades. Infelizmente o jornalismo online ainda se vale de uma gramática prévia, um conjunto de valores desenvolvidos na mídia impressa, e por aí ficamos (vide Marshall Mcluhan). Ainda não evoluímos para uma produção de conteúdo que consolide este meio em sua potencialidade, jornalisticamente falando.

O que não é nada democrática é a obrigatoriedade de sindicalização dos estagiários, que por sinal é inconstitucional. Unisinos e Sindicado dos Jornalistas Profissionais do RS tomaram uma decisão coletiva, que deveria ser individual. Constituição Federal, art.5º, XX: “Ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado”.

Desejo felicidades e sucesso a todos os colegas, e que bons horizontes se apresentem diante de todos nós. A mesa do bar ainda é um lugar de aprendizado coletivo, de remissão dos pecados. No dia Nacional do Jornalista resolvi apenas escutar, e valeu a pena.
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O grito de guerra de Little Richard

>> domingo, 6 de abril de 2008

No começo dos anos 40, quando não conseguia se sustentar só com suas apresentações, o cantor e pianista Little Richard, o "Ricardinho", trabalhava lavando pratos na lanchonete da rodoviária de sua cidade, Macon, Geórgia. O Racismo vigorava com toda força e seu patrão o tratava muito mal, xingando-o com freqüência. Em resposta, o futuro ídolo do rock inventou "a-wop-bop-a-loo-bop-a-loo-bop -bam-boom", que não significava nada, mas quando gritado bem alto servia para liberar a raiva do maldito chefe.

Com o tempo o rapaz ganhou fama, e seu grito maluco de desabafo contra o patrão virou hit. A maioria das pessoas não fazia idéia do que se tratava, mas a maneira primitiva e selvagem com que Richard interpretava suas canções representou uma grande mudança na história da música, algo estava acontecendo.

Para quem são sabe do que estou falando, relembre o irreverente e completamente louco (ex-reverendo) Little Richard, tocando furiosamente seu piano e cantando Tutti Frutti, a-wop-bop-a-loo-bop-a-loo-bop-bam-boom!.




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364,5 dias... e contando

>> sexta-feira, 4 de abril de 2008


Muito boa a foto de Genaro Joner para Zero Hora, nesta fria e ensolarada sexta-feira de outono. Gosto desse clima. Minhas empoeiradas garrafas de cabernet sauvignon e tannat serão arrebatadas neste final de semana. Tenho duas lá em casa, em uma prateleira. Os "merlôs" já se foram, com calor e tudo.

Um bom vinho precisa de certo tempo para amadurecer. Claro, existem os vinhos jovens, frutados, e em certo ponto um pouco ásperos ao paladar. Pessoalmente prefiro os reserva (envelhecidos). São carregados de história, basta uma boa olfada e muitos aromas são revelados.

Qual será o tempo de maturação necessária para um clube mostrar-se tão cheio de personalidade quanto um bom vinho? Será que 100 anos resolvem? Espero que sim, se não aprendemos por nós mesmos, que sirva de exemplo o trágico centenário do pessoal da Azenha.

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Odeio BBB - pt. I

>> quinta-feira, 3 de abril de 2008




Quem é Natália?

Tá, sério agora.

Não assisti a 5 minutos do último BBB, mas sei de tudo sobre.

Como?

Fui temporariamente destituído de minha sala.

Está em reformas...

Agora chego no trabalho, e todos os dias tenho de acompanhar as lamúrias da telefonista.

"-Fulaninho fez isso",
"-Ai, tu viu como a fulana é falsa"
"ELIMINARAM ELA!!!"

Das 8h às 10h, ela e outras 5 atendentes debatem todos os meandros desta e de outras atrações televisivas.

A reforma da sala vai demorar.

Quero voltar a saber um pouco menos sobre.

Reformas não, sobre essa p...&%@#@ de BBB.

Ahn, como é gurias?

acabou?


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Favoritos prontos para usar

>> quarta-feira, 2 de abril de 2008

Vagando pela rede encontrei o fa4itos.com, um site muito simples e útil, pois reúne links de todo o tipo de conteúdo web.

O material é organizado por categorias, desde bancos, jornais, esportes até governo, estatísticas, universidades e interesses femininos (receitas, saúde e roupas.. ahha). Vale apena conferir!

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