The Long and Winding Road

>> segunda-feira, 28 de julho de 2008

Nesses últimos dias por aí,
ouvindo e observando,
pensando sobre um monte de coisas,
tenho aproveitado para fotografar bastante.

Veja mais aqui.

Esse carinha aí de cima
ficou meu amigo.
Temos saudades
em comum.

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Ainda...

>> terça-feira, 22 de julho de 2008

Desculpem amigos, mas permaneço na mesma, até agora pelo menos. Lamento dizer, mas não poderia lhes faltar com a verdade. Não consigo escrever aqui simplesmente por obrigação. É bem mais do que isso, vem de dentro, e o meu "dentro" está uma bagunça.

Tenho certeza que as coisas vão sedimentar. Estou dando um tempo pra cuidar de mim, pois não quero despejar toda a carga aqui. Embora fosse mais fácil, prefiro não vos encher o saco. Queria mesmo era conseguir mudar as coisas com atitudes, e não ficar passivo, esperando.

Até logo,

OBS.: Sobre o Batman, achei muito bom.
Heath Ledger interpretando o Coringa,
faz do cavaleiro das trevas um
mero coadjuvante. Muito bom o rapaz,
pena que se foi...


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Ando sumido...

>> domingo, 20 de julho de 2008

Esta semana foi corrida, e conturbada.
Muitas coisas acontecendo, minha cabeça andou bem fora do ar.
Bem, na verdade minha inspiração foi minada por alguns acontecimentos, mas já estou voltando!

Estou indo ver o novo filme do Batman, depois falamos sobre.

Feliz Dia do Amigo!

abraço!
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Sorte no jogo, e no Rock&Roll!

>> quarta-feira, 16 de julho de 2008

Olha só a belezinha que eu ganhei de presente da Unisinos Fm! Participei de uma promoção que premiava as melhores seleções de três músicas, para o Dia Mundial do Rock. Se liga no mail que mandei pra eles:

Olá amigos,
Minha lista é tão clichê quanto clássica. Não por isso, menos histórica. Aí vai:

Jailhouse Rock - Elvis Presley
A mudança, uma nova postura, do tempo que rock era pecado, e mortal.

Purple Haze - Hendrix
Mais uma grande mudança na história do Rock&Roll, com o cara que surpreendeu Beatles, Stones e Who. "Ver Jimi tocar me destruiu. É difícil ver alguém fazendo o que você sempre quis". Pete Townshend.

Back In Black - AC/DC
Uma das maiores pedradas do Rock&Roll, simples, direta e maldosa. Esta é Back In Black, ilustranto de forma negra e enérgica o espírito rock&roll, ainda sob a influência dos anos 1970.


Fui ontem na loja Back in Black do Shopping Total, e peguei esse Converse "tri massa". Como a promoção dava direito a um modelo tradicional, resolvi investir mais uma grana e pegar este estiloso aí, que eu já estava namorando há tempos.

Isto comprova minha nova tese,
de que tenho sorte no jogo,
e no Rock&Roll também!

:P
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Dia Mundial do Rock!

>> domingo, 13 de julho de 2008

É hoje! Um dia para mudar, quebrar barreiras, e definitivamente, para ligar o foda-se e ser feliz! Este é o espírito do Rock&Roll, um cinqüentão que ainda vai rolar por muito tempo.

A data é comemorada desde 1985. Foi no Live Aid, um grande festival organizado por Bob Geldof, pelo fim da fome na Etiópia, que o 13 de julho ficou conhecido como o Dia Mundial do Rock. A sonzera rolou simultaneamente na Filadélfia (EUA) e em Londres (Inglaterra), e trouxe nomes como The Who, Paul McCartney, B. B. King, Neil Young, Beach Boys, Black Sabbath (com Ozzy), Status Quo, INXS, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Santana e Phil Collins, entre muitos outros. Por ser uma das primeiras iniciativas em que grandes artistas se reuniram em prol de uma causa social, muito maior do que simplesmente tocar, este foi adotado como o Dia Internacional do Rock.

Aproveite a atmosfera de hoje, e faça o que não costuma fazer num domingo comum. Permita-se. Dê uma caminhada no sol, vá ao parque, plugue sua guitarra e infernize a vida dos vizinhos. Se você é baterista, sente a lenha sem dó. Se você tem cabelos compridos, ligue o som no máximo e balance a cabeça até ficar zonzo, se não, improvise solos incendiários no melhor estilo air guitar. Saia por aí com seu music player, cantanto bem alto, acabe com a monotonia, saia do ostracismo, dê de ombros, esqueça o pé na bunda, a vida continua. Isso aqui já está parecendo "filtro solar" :P, acho que deu pra entender né, então chega de papo, e vamos viver o Rock&Roll!!
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Porto do alegre Centro

>> sexta-feira, 11 de julho de 2008

Tem gente que não curte, que acha sujo, movimentado demais, tenso ou - quem diria - caótico. Particularmente, gosto muito do Centro de Porto Alegre. Caminhar por estas ruas é uma das simples alegrias que a rotina diária oferece.

Imagino que este sentimento deva ter se constituído a partir de antigas memórias. Desde os tempos em que sequer andava, conduzido no colo, já acompanhava com olhos eletrizados a movimentação destas ruas. Hoje, passando a maior parte do dia aqui nestas bandas, aproveito as oportunidades que o escasso tempo oferece, para ampliar as minhas percepções.


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Tava um saco esse texto né?

A série de posts sobre o rock foi cancelada.
Num acesso de fúria rockeira, resolvi mandar a rotina pro inferno.
Me desculpem amigos, mas tava de saco cheio.
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Robert Johnson e o Blues, o começo da bagaça

>> segunda-feira, 7 de julho de 2008

Pouco se sabe sobre as circunstâncias do óbito. Sabe-se apenas, que ocorreu a 16 de Agosto de 1938, em Greenwood - Mississippi. Aguns falam em envenenamento por estricnina, adicionada ao whisky do homem por algum marido corno, ciumento e vingativo. Outros falam em pneumonia, sífilis, assassinato por arma de fogo. Há ainda o boato de que teria agonizado rastejando como um animal, gritando noite adentro. O pagamento de uma dívida com o demônio, também foi cogitado, no qual a moeda de troca seria sua própria alma. Oficialmente registrado, no atestado de óbito, consta apenas "No Doctor".

Trata-se de Robert Leroy Johnson, para os amigos e mulheres, Robert Johnson. A carreira do bluesman não durou muito, mas deixou marcas profundas na história da música. Cerca de 3 anos. Johnson gravou 29 músicas, em um total de 41 faixas. Foram duas as sessões de gravação: Em San Antonio, Texas, em Novembro de 1936, e em Dallas, Texas, em Junho de 1937.

A tristeza cultivada nas lavouras de algodão, cantada pelos negros do Mississipi nas canções de trabalho, virou tema de relatos musicados, onde os trabalhadores exorcizavam o sofrimento da alma, e a este sentimento chamaram "The Blues". Johnson registrou esta realidade, e com uma abordagem musical totalmente nova, entrou para a história. A "pegada" de Robert Johnson, valorizando a rítmica das cordas graves, e a padronização do formato de 12 compassos, foram os embriões do que hoje chamamos Rock&Roll. As gravações são toscas, e tecnicamente muito limitadas, mas escute com atenção, e encontrará o espírito do rock. Dúvidas? Você discordaria de Keith Richards, Eric Clapton e vários outros grandes nomes da música? Pode me chamar de maria vai com as outras, mas eu não.


Técnica "do capeta"

Voltando à técnica desenvolvida por Robert Johnson, provocou uma verdadeira revolução em sua época. Sua maneira de tocar, aperfeiçoada com a rapidez de um talento nato, ganhou o imaginário dos convivas, daí a história do pacto com o demônio. A sonoridade dos acordes produzidos por Johnson também era diferente, tal o comprimento de seus dedos (já deu um look na mão do negão? parece uma aranha!) e há relatos de que Johnson tocava de costas para o público, para esconder os acordes que inventava sozinho, conhecimento raro na época.

Segundo a lenda do pacto, Johnson teria vendido sua alma ao demônio em troca da grande habilidade musical. Na encruzilhada rodovias 61 e 49, esperou por belzebu até a meia noite. Na hora exata, o capeta teria surgido em forma de homem, e sob luz da lua nova, afinado seu violão. Algumas de suas músicas também contribuíram para a popularização da lenda "Me and the Devil Blues", "Hellhound on my Trail" e "Crossroad Blues" fazem alusões claras. Esta lenda foi difundida principalmente por Son House, outro grande cantor de blues, parceiro de Johnson.

O filme A Encruzilhada (Crossroads, EUA, 1986), com Ralph Machio e Steve Vai, é uma alusão clara à história de Johnson, especialmente sobre seu encontro com o demônio. A hipótese mais provável é que a lenda do pacto com o diabo tenha surgido por inveja da concorrência, visto que o homem tocava muito bem.

O Blues está para o Rock assim como seus avós, e seus pais, estão para você. Como você os trata? Com respeito? Se não o faz, deveria! Então amigos, é com sindceridade que vos recomendo, respeitem o Blues.

-Senão Robert Johnson vem pegar vocês, olha a cara dele, dá medo heín, huhuahahh!!!.
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13/07 - Dia Mundial do Rock

No próximo domingo é Dia Mundial do Rock. Claro que não perderíamos a chance de fazer algo especial por aqui. Esta semana dedicarei algumas homenagens a personalidades influentes na história do Rock&Roll. Espero que gostem.

Keep on Rockin'!
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Quadrado espiral

>> quinta-feira, 3 de julho de 2008


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Eu queria ser cientista

>> terça-feira, 1 de julho de 2008

Desde a aurora de minha vida estudantil, tudo que eu queria era ser cientista. -"que tu quer ser quando crescer? -Cientista!", e abria um grande sorriso, como o carinha da foto ao lado. A capacidade misturar substâncias, e com estas produzir outras, me seduzia. Para o Vinícius da 4ª série, ciência era algo simples. Nas feiras de ciências, me realizava. Ali, além de recuperar notas, sempre elaborava algum projeto bacana, defendido com empenho na avaliação final.

Pois bem, nos anos seguintes, não tínhamos mais aulas de "ciências", e sim de química e física. Aí começou o problema. De física eu gostava, mas de química, blé. O tal problema, chama-se matemática. Para pensar as reações entre substâncias, e os corpos, precisamos da matemática, e é ela que desglamuriza a ciência, torna-a convencional. Um saco. Desisti de ser cientista no exato dia em que ganhei um violão do meu brother, quer dizer, do meu pai. mas esta é outra história.

Hoje, alguns anos depois, me deparo com o mesmo problema. As pessoas tem mania de adotar a matemática na sua vida, nas relações interpessoais. É tudo soma, subtração, multiplicação ou divisão. Viramos números, acrescidos ou subtraídos conforme uma determinada situação. Tá, ainda não desisti das pessoas, como da ciência, mas se a coisa ficar chata, e previsível assim, como na matemática, será como a descrevo no parágrafo acima. Um saco.

Obs.: Nada contra quem curte matemática, tá.
Obs2.: Se disser que eu tinha franja de emo leva porrada!
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